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27.04.2017

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«Stand da Comédia: 10 Anos» - Hugo Sousa, João Seabra e Miguel 7 Estacas


To:27.04.2017

City: Porto

Where: Teatro Sá da Bandeira (TSB)

É o grande evento de celebração dos 10 anos do Stand da Comédia.Não é apenas mais uma noite de stand up comedy... É uma viagem aos lugares mais iluminados da demência humana onde se cruzam personagens de fábulas e contos.Hugo Sousa promete trazer a sua visão distorcida da realidade...João Seabra fala sem abrir a boca e por vezes dá uso a uma guitarra desafinada...Miguel 7 Estacas vem munido de uma vassoura para limpar as tristezas e a magia do internacional mágico Urini!

 

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«Sarna», de Mark O'Rowe


To:27.04.2017

City: Bragança

Where: Teatro Municipal de Bragança

Produção Assédio Teatro, com texto de Mark O'Rowe, tradução de Francisco Luís Parreira, direcção de João Cardoso, interpretação de Pedro Frias, espaço cénico e figurinos de Sissa Afonso, desenho de luz de Filipe Pinheiro, banda sonora de Francisco Leal.Sarna é a história de muitas e imaginárias vinganças de esquina escura e falhados sonhadores. E acaba por ser também a história de uma vingança efetiva e dos seus heroísmos inconsequentes. A peça articula dois monólogos interpretados pelo mesmo ator. No primeiro, narra-se pela boca do perseguidor, a perseguição e martírio de Rookie Lee, acusado de contaminar o gang com sarna.O segundo é o de Rookie Lee, e narra o modo como o seu perseguidor morre para salvá-lo. O calão violento e grosseiro, um trabalho de linguagem em permanente reinvenção do seu estatuto, dão marca de um universo urbano em desagregação, por todos os lados ameaçado, condição metaforizada na doença de pele.

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«Muros», by Né Barros


To:29.04.2017

City: Porto

Where: Teatro Nacional São João (TNSJ)

Coprodução Balleteatro / TNSJ, with direction and choreography by Né Barros,music by Alexandre Barros Soares, coreography by João Mendes Ribeiro, light design by José Álvaro Correia, excerpts of texts by Paul Celan, text and consulting of Eugénia Vilela, interpretation by Ana Deus, Bruno Senune, Elisabete Magalhães, Flávio Rodrigues, Gonçalo Cabral, Joana Castro. Cartography, landscape, place, boundary, danger zone - themes that h donimates the dance of Né Barros and cross multiple works of the choreographer, of 'Vooum' (1999) and 'No Fly Zone' (2000) the 'Estrangeiros' (2012) and 'Landing' (2013). Ideas that seem now disturbing resonances in our present, marked by figures of the refugee, the exiled and displaced, and by the growing political anxiety on hold and expel the foreigner. Spectacle that TNSJ presents in absolute début in the Festival DDD, 'Muros' focuses in particular on these barriers-visible and invisible, and virtual materials-which impose a distance and a stillness: stone walls and wire, transparent walls or made by water, psychological walls ... A scenic device that separates the bodies, the show summons - tells us Né Barros-'images and conflict zones and resistance', in which the sound and the voice seem to be the only vehicle able to go 'messages of love or hate, resilience or withdrawal'.

 

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«Yo-Yo» - Ana Manso


To:07.05.2017

City: Porto

Where: MAC de Serralves

'Yo-yo' é a primeira exposição individual numa instituição museológica da jovem pintora portuguesa Ana Manso. A mostra apresenta pinturas recentes e dois murais executados diretamente nas paredes da Galeria Contemporânea do Museu de Arte Contemporânea de Serralves – espaço que a artista observou meticulosamente e que durante algum tempo se transformou num seu ateliê temporário. As pinturas de Manso apresentam sofisticados jogos entre figura e fundo, opacidades e transparências e exploram as tensões entre abstração e figuração através do recurso a referentes concretos, que a artista recolhe das mais diversas fontes, desde pormenores arquitetónicos e decorativos que encontra na paisagem urbana, imagens recolhidas em revistas e livros, detalhes de pinturas e desenhos alheios.'Yo-yo' é organizada pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves e comissariada por Ricardo Nicolau, curador e adjunto da direção do Museu.Exposição integrada no programa Projetos Contemporâneos - uma plataforma dinâmica para a apresentação de obras de artistas, emergentes ou estabelecidos, que desenvolvem em diferentes disciplinas novas formas de arte relevantes para uma geração mais jovem.

 

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«A Time Coloured Space» - Philippe Parreno


To:07.05.2017

City: Porto

Where: MAC de Serralves

O Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta 'A Time Coloured Space' (Um espaço da cor do tempo), uma grande exposição do artista francês Philippe Parreno, a sua primeira mostra em Portugal. Comissariada por Suzanne Cotter, Diretora do Museu, a exposição ocupará todas as treze salas do Museu, estendendo-se pelos dois pisos e expandindo-se ainda para o Auditório.A exposição é estruturada segundo o modelo matemático da fuga e concebida em torno da ideia de contraponto, ou ritournelle, um princípio segundo o qual uma determinada passagem é repetida em intervalos regulares numa peça ou arranjo musical, para dar significado à composição. Regendo-se por um método semelhante, A Time Coloured Space é determinada não pelos seus 'objetos”, mas pela cadência e o ritmo do aparecimento destes. A exposição inclui alguns dos trabalhos mais emblemáticos de Parreno, criados desde os anos 1990 até aos nossos dias, assim como obras recentes concebidas especificamente para este contexto.Através da sua prática artística, Parreno tem redefinido a experiência da exposição, explorando as possibilidades desta como um 'objeto' coerente e um meio em si próprio, e não uma mera coleção de obras individuais. Para isso, Parreno concebe as suas exposições como um espaço com um guião, no qual se desenrolam eventos. Enquadrando-se no conceito filosófico de Gilles Deleuze expresso em Différence et répétition [Diferença e repetição] (1968), cada uma das treze salas da exposição é uma recorrência da anterior, diferenciando-se apenas pelas variações de cor e de disposição. Ao introduzir estas variáveis recorrentes, Parreno leva o princípio do ritournelle para além do seu entendimento musical, transportando-o para aquilo que Deleuze descreveu como 'uma repetição da diferença”. Como o passado e o futuro estão inscritos no presente, a exposição torna-se um autómato, uma fábrica onde são projetadas estas variáveis, uma forma de imitação que se transforma numa nova invenção.Entre os trabalhos apresentados encontramos Speech Bubbles (1997 até à atualidade), balões de hélio com a forma de balões de fala da banda desenhada. Vazios de palavras, juntam-se e pairam no teto do espaço que ocupam. A exposição inclui também Fraught Times: For Eleven Months of the Year it’s an Artwork and then December it’s Christmas (2008 -2016), uma série de esculturas em alumínio, moldadas como árvores de Natal.Também estarão expostos mais de 200 desenhos a tinta criados por Parreno entre 2012 e 2016, assim como o conjunto de serigrafias intitulado Fade To Black. O espaço será ainda pontuado por uma série de objetos de luz: AC/DC Snakes e Happy Ending.Uma obra recentemente incorporada na Coleção de arte contemporânea do Museu de Serralves - o espetacular trabalho de luz Marquee (cluster) - será instalada no foyer do Auditório. O Auditório do Museu será transformado numa forma de cinéma en permanence.

 

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«Álvaro Siza Vieira: Visões de Alhambra»


To:28.05.2017

City: Porto

Where: MAC de Serralves

Em 2011, o arquiteto venceu um concurso para a criação de um novo acesso e centro de visitantes para o complexo de Alhambra. Um conjunto de desenhos e esboços, maquetas e também cinco filmes mostrará aos visitantes aquilo que se pode considerar um dos mais importantes desafios da sua carreira. Esta exposição, anteriormente apresentada no Aedes Architecture Forum, Berlin (2014), no Vitra Design Museum, Weil am Rhein, Alemanha (2014), no Patronato de la Alhambra y Generalife, Granada (2015), no Nasjonalmuseet - Arkitektur, (2015) e este ano no Aga Khan Museum, Toronto (2016), apresenta os desenhos e as maquetas que o arquiteto produziu enquanto concebia aqueles equipamentos, permitindo um acesso privilegiado ao processo criativo do arquiteto.A Alhambra, localizada em Granada, Espanha, é um rico complexo palaciano e fortaleza que alojava a corte do Reino de Granada. Exibe alguns dos mais famosos elementos da arquitetura islâmica na Europa, juntamente com estruturas cristãs do século XVI e intervenções posteriores em edifícios e jardins. Álvaro Siza foi muito influenciado pelas visitas desde criança a Granada, e especificamente a Alhambra, principalmente pela sua particular fusão entre paisagem natural e artificial, pelas qualidades espaciais únicas dos seus pátios, a articulação singular de volumes, a importância dos jogos de luz e sombra.

 

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«Máscaras Contemporâneas: "Os Espectadores"» - Fernando Moreira


To:29.05.2017

City: Vila Real

Where: Teatro de Vila Real

Fernando Moreira (1968, Porto) é mestre em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É também actor, encenador e dramaturgo. Trabalhou em diversas estruturas de teatro, como Teatro Nacional São João, Teatro Nacional D. Maria II, TEP, Seiva Trupe, Visões Úteis, Panmixia, Culturgest, Teatro Académico Gil Vicente, entre outras. Trabalhou com os encenadores Ricardo Pais, Nuno Carinhas, Rogério de Carvalho, Nuno Cardoso, Giorgio Barbieri Corsetti, Júlio Castronuovo, Nuno M Cardoso, António Feio, Paulo Castro, Nino Mangano, Norberto Barroca, entre outros. Interpretou alguns dos clássicos da dramaturgia universal e vários autores contemporâneos. É co-fundador da Astro Fingido, Associação Cultural.

 

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«Projeto Sonae//Serralves - Haegue Yang: Parque de Vento Opaco em Seis Dobras»


To:04.06.2017

City: Porto

Where: MAC de Serralves

Para esta edição do Projeto Sonae//Serralves, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta 'Parque de Vento Opaco em Seis Dobras' da artista coreana Haegue Yang (Seul, 1971) nos jardins do Parque de Serralves. A obra expressamente encomendada é composta por cinco torres parcialmente arqueadas de dimensões variáveis construídas em tijolo e ligadas por meio de uma disposição geométrica de lajes. Ocupando uma área de cerca de 70 metros quadrados, este ambicioso complexo escultórico convida o observador a caminhar pela paisagem híbrida das suas múltiplas estruturas.A abordagem escultórica de Yang recorre ao traçado de geometria islâmica, nomeadamente a forma do hexágono, criado por uma subdivisão do círculo em seis partes, ou dobras, iguais. Unidades quadradas de 72 x 72 cm delimitam o espaço coberto pelas lajes e pelas torres de alturas variáveis construídas com tijolo de barro cozido, numa acumulação de configurações geométricas. Os três tons cromáticos diferentes dos tijolos contribuem para o esquema ornamental das torres e das suas fachadas interligadas. Embutidas no complexo construído por Yang há diversas espécies de plantas e vegetação, incluindo suculentas, heras e gramíneas, destinadas a crescer, trepar, florir e morrer ao longo de um ano que durará a presença da obra encomendada nos jardins de Serralves.

 

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